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Levando
em conta as emoções dos Clientes
Por Ginger Conlon, Editora
Chefe. (www.1to1.com.br)
"Por definição, apenas uma empresa pode
vencer em preços em uma determinada indústria”,
afirma Dan Hill, presidente da Sensory Logic e autor do livro
Emotionomics. Caso você não seja esta empresa,
você precisa entender os fatores emocionais que estão
por trás das decisões de compra.
"Sem exceções, nós sentimos antes
de pensar”. Hill explica que nossas decisões
raramente são racionais e sim emocionais. Existe um
razão real para cada tomada de decisão –
a razão emocional e o “álibi racional”.
Hill cita a Michelin como uma empresa que utiliza a emoção
brilhantemente em seu ercado de atuação. Seu
slogan “porque muita coisa está sobre seus pneus”
associado à imagem de um bebê, apela para o lado
emocional dos clientes sendo capaz de transformar um produto
comum em algo de mais valor.
Ao criar campanhas, o profissional de marketing precisa se
perguntar “qual emoção eu quero despertar?”,
e a mensagem deverá demonstrar o que o cliente quer
ao invés daquilo que ele necessita. “Podemos
levar anos para criar uma necessidade e envelhecer tentando.
O melhor é oferecer o que o consumidor deseja”,
aconselha Hill.
Confiança é a principal
emoção
O serviço ao cliente, seja via telefone ou pessoalmente,
é uma das primeiras conexões estabelecidas com
a empresa e trata-se de um contato que pode concretizar ou
destruir todo um relacionamento.
Segundo Hill, o sucesso da relação com o cliente
depende de uma boa combinação de respeito, comprometimento
e segurança para demonstrar que um representante de
vendas ou serviços não é um adversário.
As organizações devem inspirar tais qualidades
em suas equipes para que a conexão emocional seja real.
Emoção e fidelidade
Em um podcast realizado recentemente pelo Peppers & Rogers
Group, Hill compartilha alguns elementos específicos
que conduzem o cliente à fidelidade.
1. Para se tornar fiel, o cliente deve sentir
que é um amigo e parceiro da empresa. Isso significa
que o cliente não ficará vulnerável em
momento algum.
2. Faça com que o cliente se sinta
no controle e ofereça diversas possibilidades a ele.
3. Ao recuperar um cliente, fortaleça-o
para que ele consiga ter o comportamento esperado pela empresa.
Para Hill, estes três elementos podem criar uma resistente
barreira para impedir que os clientes deixem a empresa. “Para
oferecer um bom serviço aos clientes, a empresa deve
escutá-los e respeitá-los, deixando claro está
interessada em auxiliá-los a encontrar uma solução
para os seus problemas”.

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